Quem faz o Portnik
Sou esposa, mãe, CLT e formada em Sistemas de Informação. O Portnik nasceu dentro de casa, pensando na minha família.
Durante muito tempo eu segui a roda da vida sem parar pra refletir direito na palavra propósito. Propósito, pra mim, é o meu filho, o meu esposo, a minha família e os meus amigos. Mas tem uma coisa dita na Bíblia que ficou comigo: você não pode enterrar os seus dons.
Então eu resolvi usar os meus pra ouvir as pessoas ao meu redor. Pra tentar trazer mais visibilidade a tantos trabalhadores bons e honestos, que só precisam de uma chance.
Um mundo sem indicação é esmagador. Quem já tentou entrar no meio corporativo sem conhecer ninguém sabe bem o que isso é. Fora dele não é diferente, só ninguém fala a respeito.
Eu criei o Portnik pensando na minha família e na realidade deles. Depois resolvi trazer a público, porque acredito que ele pode ajudar de verdade quem é honesto e trabalha com dignidade.
Suas indicações todas em um lugar só. Seu currículo, suas certificações, suas fotos. Tudo o que você faz, e é verdadeiramente bom, na palma da sua mão.
São escolhas, não recursos que faltam. Cada uma delas custou alguma coisa.
O Portnik é vitrine. Não tem pagamento, comissão nem agendamento por dentro. O combinado com o seu cliente continua sendo seu.
O selo diz o que aconteceu: o feedback veio de um cliente que foi atendido de verdade. Quem decide se confia é quem lê.
Nem quando é você que recebeu. Você pode responder e pode marcar como indevida pra eu analisar. Botão de apagar não existe.
Saúde, cuidado de criança e cuidado de pessoa vulnerável ficam de fora. Confiança ali não se resolve com feedback de internet.
Não enterre os seus dons. Dê visibilidade a eles.